Propostas do Geraldo Alckmin, o que é Fake News e o que ele defende.

Propostas do Geraldo Alckmin, o que é Fake News e o que ele defende.

Circulam na Internet postagens com informações absurdas com supostos posicionamentos de Geraldo Alckmin em relação a diversos temas. As mentiras chegam a ponto de dizer que Alckmin, católico, é contra os valores cristãos. Para combater esse tipo de estratégia suja e esclarecer possíveis dúvidas sobre como pensa o pré-candidato, listamos aqui algumas das posições e valores de Geraldo Alckmin que já foram distorcidas por usuários da Internet.

Fronteiras

Geraldo Alckmin defende que haja maior fiscalização e proteção de nossas fronteiras, para impedir a entrada de drogas e armas no país. Para isso, é necessário trabalho integrado de inteligência e combate entre diferentes polícias, estados e municípios, sob a liderança do governo federal. Veja a apresentação da equipe e das propostas de Segurança Pública.

Menores Infratores

É preciso punir de maneira mais dura os crimes graves cometidos por menores infratores, assim como os reincidentes. Geraldo Alckmin defende aumentar o tempo de internação de três anos para até oito anos nos casos de crimes como homicídio, latrocínio e estupro. Veja texto mais completo com propostas de Segurança Pública.

Porte de Armas

Geraldo Alckmin defende autorização para porte de armas nas propriedades rurais. A segurança no campo é essencial para o desenvolvimento do país. Precisamos dar tranquilidade a quem produz. Para isso, é necessário também apostar em patrulhas rurais. Hoje, o patrulhamento preventivo é um problema negligenciado na atual distribuição de responsabilidades. A proposta de uma Guarda Nacional também é importante para isso.

Invasão de Terras

Geraldo Alckmin defende tolerância zero com invasão de terras. É preciso dar segurança jurídica ao produtor do campo, preservar a lei e a democracia. As ações serão para coibir ameaças no ambiente produtivo.

Seguro Rural

Geraldo Alckmin defende mais continuidade e previsibilidade nas políticas públicas para o agro e maior facilidade no acesso ao seguro rural. É preciso estimular o seguro agrícola , estabelecendo menores taxas de juros nas operações de crédito rural contempladas com seguro.

Infraestrutura e Custo Brasil

O investimento em infraestrutura, com boas estradas, ferrovias e hidrovias, é essencial para reduzirmos o custo Brasil. É preciso melhorar o escoamento dos produtos do agronegócio.

Vigilância Sanitária e Agências Reguladoras

Para melhorar as condições de trabalho do agronegócio, Geraldo Alckmin defende aumentar a eficiência das agências reguladoras e reformar o sistema de vigilância sanitária.

Gastos Públicos

O Estado deve se encarregar do que é essencial para a população, segurança, educação, saúde. Não deve ser empresário, o que puder ser feito pelo setor privado, o governo não deve fazer. É preciso diminuir o Estado para reduzir gastos.

Venda de Estatais 

Geraldo Alckmin defende o fechamento ou venda de estatais ineficientes, como fez em São Paulo. Afinal, não há sentido em o governo bancar empresas que só geram gastos e deixar de investir em áreas mais importantes.

Competitividade  

Aumentar a competitividade do Brasil, com desburocratização, confiança para atrair investimentos e capacitação do mercado profissional. Precisamos de melhor educação básica e de ensino técnico e superior de qualidade.

Parcerias com Setor Privado

Geraldo Alckmin defende Parcerias Público-Privadas (PPP) e concessões. O Estado não deve fazer o que a iniciativa privada pode fazer melhor. É preciso inovar! Em São Paulo, houve boas experiências na saúde. O Hospital Regional de São José dos Campos, por exemplo, foi construído por meio de PPP. O parceiro privado constrói, equipa e opera toda a parte não médica e o estado continua prestando todo o atendimento médico à população.

Foro Privilegiado

Geraldo Alckmin é contra o foro privilegiado. O pré-candidato defende que todos devem ser iguais perante a lei. Ele é a favor da prisão após julgamento em 2ª instância.

Previdência

Geraldo Alckmin é a favor de regras iguais na previdência para o setor público e o setor privado. Em São Paulo, já fez uma reforma em 2011, permitindo a criação de um cenário fiscal mais positivo e, assim, possibilitando o reequilíbrio das contas previdenciárias do estado.

Casamento Gay e Aborto

Geraldo Alckmin defende a legislação atual sobre os dois assuntos.

Será que você conhece Geraldo Alckmin?

Será que você conhece Geraldo Alckmin?

Há muita coisas sobre Geraldo Alckmin que muita gente nem desconfia. Você provavelmente sabe que ele foi governador de São Paulo quatro vezes, certo? Isso é só parte de uma longa e vitoriosa trajetória de dedicação à vida pública.

Nascido em Pindamonhangaba, no interior do Estado de São Paulo, ele começou na política ainda durante a faculdade de Medicina. Por influência de colegas, se filiou ao MDB, partido de oposição à ditadura militar. Já em sua primeira disputa, Geraldo Alckmin foi eleito vereador com votação recorde.

Nas eleições seguintes, uma nova conquista expressiva. Ele se tornou o prefeito mais jovem da história da cidade. Atuou como médico e prefeito, fazendo plantão na Santa Casa após o expediente na prefeitura. Mas Geraldo não parou de crescer. Foi então deputado estadual, deputado federal e vice-governador, além de um dos fundadores do PSDB.

Com a morte de Mário Covas, assumiu pela primeira vez o cargo de governador do Estado de São Paulo em 2001. Hoje, é pré-candidato à Presidência da República.

Veja os vídeos abaixo e saiba mais sobre sua trajetória pessoal e política.

Prefeito

Professor

Redução da Violência

Fidelidade Partidária

Código de Defesa do Consumidor

Estradas

Equipe e Propostas de Segurança Pública

Equipe e Propostas de Segurança Pública

Na última quarta-feira, 6, apresentamos a equipe responsável pelo projeto de segurança pública de nosso plano de governo. O time é coordenado por Leandro Piquet e pelo General Campos, que contam com contribuições de Raquel Lyra e Coronel José Vicente.

Veja algumas de nossas propostas:

Protagonismo do governo federal

Aumentar a importância e o protagonismo do Governo Federal no combate ao crime, pois essa é uma questão nacional. Defendemos a criação de uma Agência Nacional de Inteligência, integrando Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal, Forças Armadas, Abin e as polícias estaduais, agindo com inteligência, informação e diplomacia.

Promover uma legislação federal, em consonância com o novo Sistema Único de Segurança Pública, que amplie o poder de correição das polícias, criando corregedorias unificadas e soluções como a “Lei da Via Rápida” de São Paulo.

Criar uma meta nacional e um sistema nacional de informação capaz de monitorar o cumprimento dos mandados de prisão por homicídio e roubo pelas polícias estaduais. Há milhares de infratores condenados no país que estão livres e que precisam cumprir suas penas.

Vamos construir um sistema federal integrado com os Estados que permita acompanhar os pontos críticos desse processo.

Maior participação das prefeituras

Temos que aumentar a participação dos governos locais no combate ao crime. Prefeituras estão mais próximas da população e podem agir diretamente reduzindo a violência local. Diversas experiências no mundo mostram a eficiência dessa estratégia no combate à criminalidade.

O policiamento dos pequenos delitos e atos infracionais pelas polícias tem se disseminado. Os casos mais conhecidos são o ordenamento do metrô de Nova York no início dos anos 1990, fator correlacionado com a redução dos crimes de maior gravidade.

Na América Latina as experiências das cidades Colombianas como Bogotá, Medellín e Cali tiveram grande repercussão regional e seguiram na mesma linha de priorizar as intervenções no ambiente social e físico nas áreas de alta concentração criminal.

No Brasil, esse tipo de patrulhamento pode ser exercido pelas Guardas Municipais e órgãos municipais de fiscalização, o Ministério Extraordinário da Segurança Pública (MESP) será um indutor dessa política.

Defendemos um papel ativo dos municípios na segurança pública. Eles atuarão como agentes gestores das metas nacionais de redução de crimes violentos.

Formação de uma Guarda Nacional

O país também precisa de uma Guarda Nacional, que será formada com o aproveitamento daqueles que saem do serviço militar, que poderão, em caráter voluntário, alistar-se na Guarda Nacional, continuando a formação militar com foco na área de segurança pública.

Vamos propor uma legislação que permita ao egresso ficar de 2 a 4 anos colaborando com as polícias, para que elas possam agir menos nas atividades-meio e mais diretamente no enfrentamento ao crime.

A implementação da Guarda Nacional será feita de forma progressiva, com instalações regionais e ocupando, inicialmente, instalações das Forças Armadas e sob sua jurisdição.

Os Estados poderão contribuir com instalações e a manutenção básica. Em contrapartida, a unidade local da Guarda Nacional irá apoiar algumas atividades do policiamento, principalmente eventos de grande público e nas áreas rurais.

A criação da Guarda Nacional contribuirá para reduzir a necessidade de envolvimento direto das Forças Armadas em questões internas de segurança. O patrulhamento preventivo das áreas rurais, um problema negligenciado na atual distribuição de responsabilidades, pode ser uma das atribuições da nova Guarda Nacional.

O gradativo contato com as polícias locais, que irão participar junto com o Exército Brasileiro do treinamento dos integrantes da Guarda Nacional, possibilitará a crescente capacitação de seus efetivos para atuação no meio urbano.

Fronteiras

Fortalecer vigilância das fronteiras, com inteligência, informação e combate, para impedir a entrada de drogas e armas no país. O Governo Federal deve ampliar a cooperação jurídica e policial com os países vizinhos com base nos tratados e convenções de organizações multilaterais como a ONU, Interpol e OEA.

Iniciativas que precisam ser continuadas e desenvolvidas:

Sistema Integrado de Monitoramento de Fronteiras (SISFRON), sistema de sensoriamento e de apoio à decisão para ações de controle.

Sistema de Vigilância da Amazônia (Sivam), atualmente faz parte do Sistema de Proteção da Amazônia (Sipam), e é responsável pelo controle ambiental, do tráfego aéreo, a coordenação de emergências na região e o controle de ações de contrabando.

Policiais mais bem treinados

Um dos aspectos mais importantes para avançar é investir nos recursos humanos, elaborando e implantando um currículo mínimo nacional para a formação policial.

Existe uma enorme assimetria entre os Estados na qualidade da formação policial, principalmente entre as PMs. Também persistem profundas diferenças técnicas e profissionais, o que dificulta a disseminação de boas práticas e a inovações na segurança pública.

O Governo Federal irá criar ainda uma Academia Nacional de Polícia dedicada a formação de instrutores e o desenvolvimento da ciência policial em âmbito nacional, reduzindo assim a assimetria técnica e operacional entre as polícias estaduais.

O novo Ministério da Segurança Pública irá promover a disseminação de um currículo mínimo nacional para a formação policial que tenha por base o conceito de treinamento por competências e não apenas o ensino da norma jurídica, como ocorre hoje.

Aumentar capacidade de solução de crimes

É preciso elaborar um programa nacional de redução de homicídios, começando nas cidades com mais de 40 casos por 100 mil habitantes. Temos que estabelecer um indicador nacional que permita mensurar com segurança o desempenho das investigações criminais em cada estado, para aumentar a capacidade de solução de crimes.

Um sistema de metas nacionais para a segurança pública irá favorecer a integração das polícias no nível estadual e Federal e o acompanhamento dos resultados por parte do Ministério da Segurança Pública. Esse sistema permitirá ampliar a participação de outros poderes na gestão da segurança como Ministério Público e o Judiciário. Permitirá ainda uma maior articulação com os Municípios.

A baixa integração entre Polícia Militar e Polícia Civil afeta produção de provas (por exemplo, proteção insuficiente ao local dos crimes) e fluxo de informações durante investigação. O mau relacionamento entre Polícia Civil e sistema judiciário afeta a agilidade de investigações e qualidade dos processos. A má gestão do sistema judiciário gera morosidade nos processos, o que em muitos casos resulta em prescrição.

Novas penitenciárias e CDPs

O Governo Federal tem hoje apenas seis penitenciárias, precisamos de muito mais. Outro ponto importante é o investimento na criação de Centros de Detenção Provisória, para zerar presos em cadeias e distritos policiais, e acabar com o caos nos presídios.

No Brasil, há uma taxa de 197% de ocupação e as vagas precisam ser expandidas ou remodeladas para mitigar a superlotação e melhorar as condições de encarceramento.

A ampliação das parcerias público-privadas para a construção de novas unidades e a gestão dos serviços nos presídios é outra ação importante na área. No âmbito federal, é preciso pensar na ampliação das prisões federais, de forma a abrigar especialmente as lideranças do crime organizado.

Menores infratores

Propomos o aumento da punição a menores infratores graves ou reincidentes. Endurecer punição para menores que cometem crimes hediondos. O tempo de internação aumenta de três anos para até oito anos nos casos de crimes como homicídio, latrocínio e estupro.

Interno que completa 18 anos é separado dos mais jovens e enquadrado no Regime Especial de Atendimento. Permanência no Regime Especial pode ir até os 26 anos.

Proposta não muda a Constituição e não retrocede na defesa dos direitos e garantias individuais.

Atenção especial às mulheres

Defendemos a criação de uma rede nacional de proteção às mulheres. São Paulo é pioneiro nisso, com muitas Delegacias da Mulher.

Como parte da ação de reduzir crimes e evitar a reincidência de mulheres vitimadas, deve-se aumentar o investimento em abrigos e estruturas de assistência à vítima, para que elas deixem de fazer parte da estrutura de oportunidades deste tipo de crime e se reintegrem mais facilmente à sociedade.

Incentivar a disseminação de “patrulhas Maria da Penha” nas PMs e nas Guardas Municipais com a padronização dos serviços em âmbito da Academia Nacional de Polícia. Incentivar a criação de uma rede nacional de serviços especializados de atendimento a mulheres vítimas de violência (exame de corpo delito, atendimento nas delegacias, por exemplo).

Incentivar a criação de redes não governamentais de apoio ao atendimento das vítimas de violência doméstica.

Confira vídeo com dados divulgados pelo Atlas da Violência.

Atlas da Violência

O Atlas da Violência trouxe números muito alarmantes sobre a segurança no Brasil. Infelizmente, isso não é surpresa para quem vive todos os dias sob alerta em razão de tantos crimes nas ruas. Mas não devemos perder a esperança.

É possível melhorar e muito essa situação. Mesmo com todas as dificuldades, tivemos avanços na redução de homicídios em São Paulo.

Ainda falta muito para o brasileiro se sentir seguro ao sair de casa. Para isso, defendo que o Governo Federal lidere o combate ao crime organizado, com maior proteção das fronteiras e mais participação dos municípios.

Queremos uma vida melhor e mais tranquila.

Publicado por Geraldo Alckmin em Terça-feira, 5 de junho de 2018

Íntegra do discurso de Geraldo Alckmin na Convenção Nacional do PSDB

Íntegra do discurso de Geraldo Alckmin na Convenção Nacional do PSDB

Por Geraldo Alckmin.

Quero saudar o dr Alberto Goldman, nosso presidente, presidente Fernando Henrique, nosso Arthur Virgílio. Dizer da legitimidade, Arthur, da sua pré-candidatura que honra o nosso partido, com sua história de vida, um dos melhores senadores e prefeitos do nosso país.

Quero saudar o Marconi, a Valéria que está aqui também conosco, a Elisabeth do nosso Arthur, a queridíssima Yeda Crusius. O Serra, o nosso João Doria, prefeito. O Silvinho, querido governador Beto Richa, a Fernanda que também está conosco. Saudando nossos governadores, o Azambuja, a Rose que também está aqui com a gente, o governador Pedro Taques, Simão Jatene, todos os nossos governadores. Queridíssimo Tasso Jereissati, nosso senador e governador. Quero saudar aqui o Juvenal Araújo, saudando todo o tucanato aqui presente. Saudar o Marcos Saraiva, juventude. O Montoro dizia: o futuro começa hoje, ele se chama Juventude. Saudar o Marco Antônio Fernandes, saudando a diversidade do nosso partido. Saudar em especial, Yeda, as mulheres, por sua classe, por sua garra e determinação.

Agradecer os outros partidos, que nos honram com suas presenças. O PPS, aqui esteve conosco com Roberto Freire e o Arnaldo Jardim. Agradecer ao PSD, está conosco o Saulo Queiroz. O PSC, o Leonardo Gadelha. O PR, o José Tadeu. O PSB, o Márcio França, vice governador de São Paulo. O PTB esteve conosco o tempo todo aqui a Cristiane Brasil. Mas em especial, saudar a nossa militância. Palmas aos tucanos do Brasil.

Estou honrado pela confiança para presidir a nossa Social Democracia Brasileira.

Quero fazer uma saudação muito especial ao estadista que é o presidente Fernando Henrique Cardoso. Presidente Fernando Henrique mudou para sempre as bases da economia brasileira. E será sobre ela, presidente, que o nosso partido vai trabalhar.

Quero agradecer aqui a generosidade de dois grandes líderes: o senador, governador Tasso Jereissati, e meu colega, governador Marconi Perillo, esteios do nosso partido, o PSDB.

Agradeço ao governador Goldman, que nesse período de transição teve com seu espírito público. Agradeço ao José Aníbal, que comandou com maestria o nosso instituto Teotônio Vilela.

O trabalho iniciado pelo PSDB, o nosso partido, é uma obra inacabada. Temos compromisso com as reformas e princípios que vão dar condições para que o Brasil volte a crescer. Nós sabemos como chegar lá porque acreditamos em políticas públicas perenes, não em bravatas, em marketing, mas em políticas públicas perenes.

O PSDB é um instrumento de modernização do Brasil, do Brasil que nós queremos, inserido na economia internacional, o Brasil desburocratizado, o Brasil de uma agenda competitiva. Estamos posicionados para uma agenda moderna, uma agenda do século 21. Vamos perseguir a inovação de forma obsessiva. O conhecimento e a imaginação criando o futuro a passos largos.

Já passou a hora de tirar o Peso desse Estado ineficiente das costas dos trabalhadores e dos empreendedores brasileiros. Defendemos reformas que quebrem privilégios e beneficiem o conjunto da nossa população. Vamos sim trabalhar pelas reformas: a mãe das reformas, a reforma política. Nosso modelo político se exauriu. Aprendi na medicina, suprima a causa, e o efeito cessa. A reforma da previdência, necessária, para não termos brasileiros de 2 classes, mas termos um regime geral de previdência social. A reforma da justiça: O Brasil não é apenas um país desigual, o Brasil é um país profundamente injusto. A reforma tributária vai fazer mais justiça. A reforma trabalhista, que o PSDB gestou através de um grande parlamentar, o nosso Rogério Marinho, modernizando as relações de trabalho.

Defendemos a volta dos investimentos por meio de um grande salto qualitativo no ambiente de negócios com uma política fiscal dura. Aliás, foi com o governo do PSDB, do presidente Fernando Henrique, que instituiu a Lei de Responsabilidade Fiscal, que nós praticamos com Mário Covas, nosso professor Mário Covas, em São Paulo, que nos dizia: é possível conciliar política e ética, política e honra, política e mudança. É através da responsabilidade fiscal que nós vamos poder investir nos hospitais, nas escolas, na segurança pública.

Quero aqui destacar a necessidade dos investimentos em logística em um país das dimensões continentais do Brasil. Defendemos no nosso PSDB as concessões, as PPPs, infraestrutura é emprego direto na veia, saneamento básico, moradia, para retomar o emprego e a renda da nossa população. O Senador Serra aqui destacou as dificuldades da Saúde. Se nós fizermos uma pesquisa do Oiapoque ao Chuí, nós vamos ver o clamor do povo, pela dificuldade de acesso à Saúde.

Governar é escolher. Sei que o dinheiro é curto, mas não vamos nos descuidar daquilo que interessa ao povo. A obra prima do Estado é a felicidade das pessoas. Vamos suar a camisa para podermos avançar. Quero destacar na saúde a necessidade de novas tecnologias para que a gente possa ter mais prosperidade.

Educação de qualidade, o bom casamento entre o técnico e o tecnológico, fazendo um casamento do mercado de trabalho com a formação profissional. Enfim, o Brasil crescendo a pleno vapor, com mais emprego e diminuindo desigualdades deste país continental que é o Brasil.

Temos a competência para ajudar o Brasil. Temos o dever de unir o Brasil. Temos os caminhos para devolver o Brasil aos brasileiros.

O Brasil vive um ressaca. Descobriu que a ilha da fantasia petista nunca foi a terra prometida. A ilusão petista acabou em pesadelo,; acabou na maior crise econômica e ética da história deste país. Agora é hora de olhar pra frente. Os brasileiros não são tolos. Estão vacinados, hoje, contra o modelo lulopetista de confundir para dividir, de iludir para reinar.

Mas vejam a audácia dessa turma. Depois de ter quebrado o Brasil, Lula diz que quer voltar ao poder. Ou seja, meus amigos: ele quer voltar à cena do crime. Será que os petistas merecem uma nova oportunidade?

Fiquem certos de uma coisa, meus amigos: nós os derrotaremos nas urnas. Lula será condenado nas urnas pela maior recessão da nossa história. As urnas o condenarão pelos 15 milhões de empregos perdidos, pelas milhares de empresas fechadas, pelos sonhos desfeitos e negócios falidos.

As urnas o condenarão pela frustração dos projetos de milhões de famílias levadas ao desespero, por ter sucateado a nossa saúde, atentado contra a saúde dos brasileiros. As urnas o condenarão pelo desgoverno, pela destruição da Petrobrás, por obras inacabadas e abandonadas.

As urnas o condenarão por incitar o maior conflito entre os poderes da história recente, por nos ter posto na vexatória posição de lanterna no cenário internacional  

As urnas o condenarão por ter sequestrado a esperança da juventude. Por jogar brasileiros contra brasileiros para, no final, atirar pela janela a autoestima de todos nós. As urnas condenarão Lula, meus amigos, por ter sido ele o grande responsável de uma década perdida. Registre-se os esforços do atual governo, que pouco a pouco começa a reversão da da tragédia econômica a que o país foi colocado.

O PSDB reitera sua disposição, no âmbito do Congresso, a [apoiar a] aprovação das reformas necessárias ao país. Presidente Fernando Henrique, temos compromisso com nossa história, temos coerência em nossas atitudes. Aliás, nós, governadores, Beto Richa e colegas aqui presentes; Prefeitos tucanos, João Doria; Nós nunca nos furtamos a fornecer soluções para problemas que extrapolam nossas fronteiras. É o caso do descalabro da criminalidade, aqui bem colocado pelo presidente Fernando Henrique. Uma tragédia que já transformou o Brasil em líder mundial de homicídios, em números absolutos. São os nossos jovens que estão morrendo. Propusemos a criação de uma Agência Nacional de Inteligência integrando os órgãos federais, as polícias estaduais, os órgãos de inteligência dos Estados para combater o crime organizado, principalmente o tráfico de drogas e tráfico de armas. Esse banco de dados será unificado, acessível a todos os órgãos de segurança. O Brasil faz fronteira com dez países, uma das maiores fronteiras do mundo, cinco vezes maior que a fronteira dos Estados Unidos com o México. Temos quase 17 mil quilômetros.

Todos cobram muita coerência, muita disciplina e muita paz dentro do nosso partido – Como se não fôssemos o PSDB, os famosos tucanos.

Há quem duvide de que possamos fazer uma campanha eleitoral à altura das expectativas do ano que vem

Pois bem, eu não concordo com esses diagnósticos. Prefiro ficar com a opinião de um militante tucano, um dos mais brilhantes economistas brasileiros

Luiz Carlos Mendonça de Barros descreveu, de forma exemplar, o estilo, o jeitão do nosso partido, Pimenta da Veiga: É uma grande escola de samba. Momentos antes do início do desfile. Uma aparente desorganização, um aparente desencontro dos seus membros. Parece que ninguém se entende. Soa o apito vigoroso e toda aquela multidão evolui organizada, entusiasmada. Quando chega a hora do desfile, a bateria começa a tocar e toda aquela multidão, cantando o hino da escola, sai dançando na sequência certa na avenida.

Aguardem o que vai acontecer conosco o ano que vem. Tocado o apito, iniciado o processo eleitoral, o Brasil vai presenciar nosso melhor desempenho. Nosso bloco de forças, Formado por todos nós juntos, unidos. Partidos aliados, vamos mudar esse país.

Amigos tucanos e tucanas, cada um de nós carrega uma história de lutas na política. Eu optei por me afastar do exercício da medicina e atuar na vida pública, mas nunca desisti de cuidar de pessoas.

E é isso que tenho feito ao longo de toda a minha vida. Conversando, ouvindo, presidente Fernando Henrique… ouvindo as demandas do povo, prestando contas cotidianamente, trabalhando dia e noite. Foi essa a vida que escolhi e confesso que dela tenho orgulho.

Como dizia meu pai, política é dedicação, coragem moral e vida pessoal modesta. Sigo esse mandamento com muito orgulho de seu conteúdo e saudades de seu autor.  

Termino minha fala com uma citação de Santo Agostinho: “a esperança tem duas filhas lindas: a indignação e a coragem. A indignação nos ensina a não aceitar as coisas como estão; a coragem, a mudá-las”.

Pois bem, nossa indignação e nossa coragem juntas vão mudar o Brasil! Dá-lhe, tucanos!