Fake News: Vídeo é montagem e espalha mentira

Fake News: Vídeo é montagem e espalha mentira

Circula um vídeo de Geraldo Alckmin durante a campanha em 2010, apoiando o candidato do PSC, Ney Santos. Naquele ano o PSDB estava coligado nas eleições estaduais com DEM, PMDB, PPS, PSC, PHS e PMN. Ney Santos era à época candidato a deputado federal pelo PSC – portanto, da coligação e não do mesmo partido – e estava apto pela Justiça a concorrer.

Quando o vídeo de apoio foi gravado (em 2010) Geraldo Alckmin desconhecia qualquer denúncia contra Ney Santos.

Assim sendo, as notícias que circulam na internet são: MENTIRA. Geraldo Alckmin não apoia criminosos.

Após a gravação do vídeo em questão, Ney Santos foi alvo de investigações e processos, com os quais Geraldo Alckmin não compactua de nenhuma forma. Tentar associar Geraldo Alckmin a pessoas ou denúncias dessa forma é golpe baixo que tem um único intuito: espalhar mentiras e manchar uma trajetória limpa de mais de 40 anos de vida pública.

FAKE NEWS: “Alckmin usa ferramenta proibida pelo Facebook”

FAKE NEWS: “Alckmin usa ferramenta proibida pelo Facebook”

Ao contrário do que dizem postagens em algumas redes, a pré-campanha de Geraldo Alckmin não usa qualquer tipo de aplicativo que viole as regras do Facebook. As mensagens caluniosas se referem ao Talckmin, iniciativa da militância da Juventude do PSDB para mobilizar usuários nas redes.

Diferentemente de outros aplicativos condenados pelo Facebook, o Talckmin respeita as regras das redes sociais. Ninguém é obrigado a publicar nada nas redes. Os usuários apenas recebem mensagens informativas e de incentivo para o engajamento online. O usuário recebe uma lista de sugestões de ações de engajamento e só compartilha conteúdo pelo aplicativo se quiser.

A Wololo, empresa responsável pelo desenvolvimento do Talkative esclarece pontos importantes sobre a plataforma e sua aplicação para clientes:

. o Talkative é uma plataforma para criar e desenvolver comunidades. Como tal, pode ser customizada para qualquer interessado, seja uma pessoa física, político, entidades ou empresas;

. a proposta do Talckmin é informar os usuários da rede em primeira mão das realizações de Geraldo Alckmin. A ferramenta mostra as publicações de redes sociais e convida o usuário a participar compartilhando, lendo ou comentando. Não há nenhuma automatização das ações. Os usuários escolhem quais querem participar, funcionando como um feed do que quer ver. Isso significa que a plataforma segue estritamente tudo o que o Facebook exige de seus parceiros, estando absolutamente condizente com as diretrizes da rede social;

. após o usuário escolher, nada é automático em termos de compartilhamento de informações e notícias. Tudo depende da ação direta do usuário, o que reforça o teor participativo e o conceito de comunidade e engajamento;

– o aplicativo funciona com a API autorizada das redes socais. Tudo dentro dos parâmetros exigidos, especialmente pelo Facebook.

A proposta do Talckmin é clara: criar proximidade entre os participantes da comunidade, ajudando-a a ter fácil acesso a informações importantes para ela. Todo membro recebe conteúdo em uma linha do tempo que funciona como a evolução do RSS, e lá pode consumir esse conteúdo de forma fácil e simples. Outras funcionalidades permitem que os membros recebam sugestões de atividades diversas em ambientes digitais, como responder pesquisas, assistir vídeos, ler textos, visitar sites ou até mesmo ampliar o alcance de algum conteúdo do qual tenha gostado nas redes sociais.

Nenhum desses processos é automático ou acontece à revelia dos usuários; as participações são sugeridas, o conteúdo pode ser consultado antes da realização de qualquer ação, além de contar com uma descrição clara daquilo que pode ser compartilhado, comentado, lido ou assistido. Todas as interações são realizadas de acordo com as normas de cada rede social, usando as APIs oficiais, e o próprio Talkative, em seus termos de uso. Reforça que o mau uso da plataforma pode resultar na suspensão ou no banimento de uma comunidade.

Os participantes das comunidades realizam apenas as ações com as quais concordam, nas redes que acham que devem, quando preferirem. Caso não concordem com determinada sugestão de ação podem facilmente ignorá-la, garantindo assim o funcionamento propositivo do ambiente. O processo funciona buscando melhorar o nível do diálogo nas redes sociais, combater fake news, ampliar o share-of-voice de pautas positivas, gerar maior proximidade e colaboração entre cada um dos usuários – que conhecem a finalidade da plataforma e tem como objetivo a participação propositiva.

Um ambiente saudável, que busca justamente estabelecer um novo padrão de apoio a propostas e causas, evitando a criação de bolhas – nocivas para a democracia e geradoras de polarização – e incentivando o debate de melhor nível.

Abaixo um trecho dos termos de uso:

4. Segurança

Fazemos todo o possível para manter o Talkative seguro, mas não podemos garantir isso. Precisamos da sua ajuda para manter o Talkative seguro, o que inclui os seguintes compromissos de sua parte:

a) você não publicará comunicações comerciais não autorizadas (como spam) no Talkative.

b) você não coletará conteúdos ou informações de usuários, ou acessará o Talkative, usando meios automatizados (como bots de coleta, robôs, spiders ou scrapers) sem nossa permissão prévia.

c) você não fará parte de marketing multinível ilegal, como um esquema de pirâmide, no Talkative.

d) você não carregará vírus ou outros códigos mal-intencionados.

e) você não solicitará informações de login, nem acessará uma conta que pertença a outra pessoa.

f) você não irá intimidar, assediar ou praticar bullying contra qualquer usuário.

g) você não publicará, nem irá retransmitir conteúdos que contenham discurso de ódio, sejam ameaçadores ou pornográficos; incitem violência; ou contenham nudez ou violência gratuita ou gráfica.

h) você não irá desenvolver nem operar um aplicativo de terceiros com conteúdos relacionados a álcool, encontros ou outro conteúdo adulto (incluindo anúncios) sem as restrições apropriadas com base em idade.

i) você não usará o Talkative para praticar qualquer ato ilegal, equivocado, malicioso ou discriminatório.

j) você não fará nada que possa desabilitar, sobrecarregar ou impedir o funcionamento ou a aparência adequados do Talkative, como um ataque de negação de serviço ou interferência no processamento da página ou de outra funcionalidade do Talkative.

l) você não facilitará nem incentivará a violação desta Declaração ou de nossas políticas.

Com esses esclarecimentos, a Wololo corrobora seus princípios de transparência, engajamento e seriedade de seus produtos. A empresa reafirma seu compromisso de seguir absolutamente todos os critérios que garantem a lisura da participação dos usuários e a tranquilidade de seus clientes em utilizar uma plataforma que pretende formar comunidade coesas e verdadeiras, refutando toda e qualquer “fake news”.”

Vídeo deturpa mensagem de Alckmin contra a discriminação sexual

Vídeo deturpa mensagem de Alckmin contra a discriminação sexual

Está circulando na internet um vídeo que intercala imagens vexatórias e até pornográficas a uma mensagem gravada anos atrás pelo governador Geraldo Alckmin para falar da criação do Secretariado Diversidade Tucana, órgão do PSDB voltado às pessoas LGBT.

A batalha pela igualdade e contra a discriminação sexual é uma bandeira histórica de Alckmin e do PSDB. O vídeo deturpa essa mensagem de respeito e tolerância e difama o governador.

O Secretariado Diversidade Tucana divulgou uma nota de repúdio ao ataque mentiroso contra Alckmin, que afirma:

“Sabemos que esse é só o começo e que em 2018 teremos uma longa luta contra campanhas difamatórias que tentarão espalhar o ódio e causar o medo nas pessoas.”

Não deixe as mentiras se espalharem.

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Texto sobre aposentadoria precoce de Geraldo Alckmin é falso

Texto sobre aposentadoria precoce de Geraldo Alckmin é falso

Nos últimos dias, usuários nas redes sociais voltaram a compartilhar uma antiga notícia mentirosa sobre Geraldo Alckmin. A nota diz que o governador de São Paulo teria se aposentado aos 42 anos, o que não é verdade. Trata-se de mais um caso de fake news. Pessoas mal intencionadas trocaram o nome do ex-presidente Lula pelo de Geraldo Alckmin.

O texto mentiroso, que foi disseminado pela primeira vez durante a campanha de 2006, usa como fonte um suposto artigo de Cláudio Humberto. O autor confirmou a manipulação do texto. À época, os responsáveis pela corrente foram identificados e processados.

Quem recebeu aposentadoria mencionada foi, na verdade, o ex-presidente Lula, graças a um mecanismo de reparação aos anistiados da Ditadura Militar.

Lamentamos que novamente estratégias mentirosas estejam sendo utilizadas no país. Defendemos o discurso franco com os brasileiros. Queremos união para mudar o Brasil. Não compactuamos com aqueles que querem confundir e dividir os eleitores.

Geraldo Alckmin não teve participação nas fraudes em compras de merenda

Geraldo Alckmin não teve participação nas fraudes em compras de merenda

Ao contrário do que alguns usuários afirmam em redes sociais, o governador Geraldo Alckmin jamais teve qualquer relação com as fraudes na compra de refeição de escolas, esquema que ficou conhecido como “Máfia da Merenda”.

O Estado de São Paulo foi vítima no caso. A Coaf (Cooperativa Orgânica Agrícola Familiar) fingia comprar alimentos de pequenos agricultores, quando na verdade os produtos eram comprados de grandes fornecedores. Outras duas cooperativas foram acusadas de terem formado cartel em conluio com a Coaf para vencer licitações.

Em nenhum momento das investigações o nome do governador esteve entre os acusados. É importante também ressaltar que os crimes cometidos não alteraram a qualidade e a distribuição da refeição recebida pelas crianças da rede estadual.

As investigações foram realizadas com empenho pela Polícia Civil, e uma Comissão de Parlamentar de Inquérito foi aberta na Assembleia Legislativa para apurar o caso. Vinte pessoas foram responsabilizadas pela CPI. O governo de SP apoiou também investigações no âmbito federal, já que a maior parte das verbas envolvidas eram da União.

Alckmin não é o “Santo” na lista da Odebrecht

Alckmin não é o “Santo” na lista da Odebrecht

Ao contrário do que foi divulgado por alguns veículos da imprensa e reproduzido nas redes sociais, o codinome “Santo”, em uma das tabelas da Odebrecht, não se refere ao governador Geraldo Alckmin. A informação foi confirmada por um dos delatores da construtora e pode ser verificada nessa reportagem do jornal O Estado de S. Paulo.

De acordo com o delator, “Santo” era o codinome do ex-superintendente do Departamento de Estradas de Rodagem (DER), Pedro Blassioli, já falecido. Em outras tabelas, Biassiolo aparece com o apelido Apóstolo. A propina em questão se referia a uma obra na Mogi-Bertioga e nem chegou a ser paga, pois o consórcio da obra não deu certo e a licitação foi reaberta.

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Alckmin não ordenou investigação em casa de filho do Lula

Alckmin não ordenou investigação em casa de filho do Lula

Ao contrário do que foi veiculado de maneira irresponsável por alguns blogs e nas redes sociais, o governador Geraldo Alckmin não teve nenhuma relação com a ação de busca e apreensão na casa de um dos filhos do ex-presidente Lula.

A ação policial ocorreu após uma denúncia anônima e foi autorizada pela juíza Marta Brandão Pistelli. Em nenhum momento houve participação do governador ou da Secretaria de Segurança Pública (SSP).

Para investigar as condições em que a diligência de busca e apreensão foi realizada, a SSP decidiu afastar o delegado responsável pela ação policial.

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Frase “Quem quer dar aula faz isso por gosto, e não pelo salário” não é de Alckmin

Frase “Quem quer dar aula faz isso por gosto, e não pelo salário” não é de Alckmin

Algumas pessoas nas redes sociais, seja por má-fé, seja por ignorância, atribuem uma frase do ex-governador do Ceará Cid Gomes ao governador Geraldo Alckmin.

A frase original do ex-governador e irmão de Ciro Gomes é “Quem entra em atividade pública deve entrar por amor, não por dinheiro”. A declaração completa pode ser verificada nesse vídeo.

Em toda sua trajetória na política, Geraldo Alckmin sempre respeitou e valorizou os professores. Ele mesmo, antes de entrar para a vida pública, foi professor de cursinhos e cursos supletivos.

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