Economia

A economia brasileira viveu situações extremas nos últimos oito anos. Nesse período o país oscilou entre a euforia do crescimento na casa dos 7,5% ao ano, com a maior e mais severa recessão da sua história.

A economia brasileira viveu situações extremas nos últimos oito anos. Nesse período o país oscilou entre a euforia do crescimento na casa dos 7,5% ao ano, com a maior e mais severa recessão da sua história.

O colapso social decorrente da crise só não foi maior porque a economia paulista, responsável por 32% do PIB nacional, manteve-se nos trilhos.

Enquanto as contas do Governo Federal passaram a fechar no vermelho e a gerar seguidos déficits fiscais por quatro anos consecutivos – de 2014 a 2017 –, o estado de São Paulo continuou registrando superávits: encerrei a minha gestão, em 2014, com R$ 4,6 bilhões em caixa; R$ 5,1 bilhões em 2015; R$ 1,5 bilhão em 2016; e R$ 5,3 bilhões em 2017.

Responsabilidade com o dinheiro público e um apurado senso de prioridade foram os principais ingredientes adotados pela minha equipe para manter a saúde financeira de São Paulo.

Economia

Como conseguimos superar a crise

A arrecadação do governo federal registrou quedas sucessivas desde 2013, quando surgiram os primeiros sinais da crise. As despesas, entretanto, seguiram caminho contrário e permaneceram em ritmo de crescimento. Mas, em São Paulo, a história foi diferente.

Não abri mão de manter o equilíbrio das contas públicas.

Administrando o estado com austeridade, cortei despesas e consegui evitar que a economia paulista seguisse o mesmo caminho da União e de outras unidades da federação.

Além do pagamento das contas do governo em dia, conseguimos manter elevada média de investimentos públicos durante os piores momentos da crise. Entre 2015 e 2017, aplicamos R$ 16,3 bilhões por ano em obras e políticas públicas essenciais.

R$ 5,3 bilhões de superávit em 2017

Extinção de 3.723 cargos vagos e outros 396 cargos comissionados

São Paulo em 1º lugar no ranking de competitividade, por estados do Brasil, feito pela revista “The Economist” em 2017

Economia

Investimento privado

São Paulo foi pioneiro em concessões públicas e nas Parcerias Público-Privadas (PPPs). Em minha gestão, ampliamos o número de ações compartilhadas com a iniciativa privada e reforçamos nossa capacidade de realizar investimentos.

Com a economia estável, superávits fiscais registrados há mais de 20 anos e a melhor infraestrutura da América Latina, mantivemos a confiança dos investidores em São Paulo, mesmo durante a maior crise da história brasileira.

R$ 154 bilhões de investimento privado

22 concessões, R$ 118 bilhões investidos em rodovias

Desenvolve SP

É preciso desburocratizar para simplificar a vida dos cidadãos. Com o Desenvolve SP, os pequenos e médios empresários tiveram acesso a créditos sem burocracia.

Criada pelo governo do estado em 2009, a Desenvolve SP – Agência de Desenvolvimento Paulista – tem o propósito de financiar, por meio de linhas de crédito sustentáveis, o crescimento planejado de pequenas e médias empresas e dos municípios paulistas.

R$ 2,5 bilhões em financiamentos para fortalecer a economia paulista

R$ 133 milhões investidos em inovação

Economia

Investe SP

A Investe SP é uma agência de apoio aos potenciais investidores em sua interlocução com órgãos públicos e na identificação dos melhores locais do estado para investir, de acordo com as necessidades de sua atividade.

Entre 2011 e março de 2018, um total de 191 projetos de investimento, de diversos setores, em 81 municípios, tiveram apoio da agência de desenvolvimento Investe SP.

R$ 38 bilhões de investimento

Mais de 63 mil empregos gerados

Banco do Povo

Um país mais justo se constrói com inclusão social e mais oportunidade para todos.

O Banco do Povo Paulista (BPP) oferece crédito a pequenos empreendedores em todo o estado de São Paulo. A instituição aumentou o valor-limite dos empréstimos, que passou de R$ 15 mil para R$ 20 mil, e reduziu ainda mais a taxa de juros – de 0,5% para 0,35% ao mês.

114 novas agências

Mais de R$ 1,2 bilhão em empréstimos

214 mil contratos firmados

Economia

Reforma da Previdência em São Paulo

Um dos desafios mais urgentes do Brasil atualmente é a reforma da Previdência Social. O déficit do sistema atingiu assustadores R$ 268,8 bilhões em 2017. Se nada for feito para corrigir distorções e equilibrar as contas, o país vai parar.

São Paulo foi o primeiro estado brasileiro a aprovar uma reforma no modelo de aposentadoria dos servidores públicos. Dessa forma, garantimos o equilíbrio econômico necessário para o sistema no futuro. A SP-Prevcom foi criada para gerir a Previdência Complementar.

21,6 mil participantes e R$ 877 milhões em patrimônio na SP-Prevcom

Teto de R$ 5.645,80 assegurado para o pagamento do benefício e Previdência Complementar para quem quiser uma aposentadoria acima desse valor

Área de atuação

Trabalhei para modernizar São Paulo, gerando empregos e construindo as bases do desenvolvimento sem comprometer as finanças do estado. Confira a lista de realizações de meus mandatos mais recentes como governador em cada área da gestão pública.